O action script 3 nasceu da necessidade de conseguir ter uma melhor performance nas aplicações e animações flash, atualmente sabe-se que teria necessariamente que ser implementadas alterações de raiz no action script 2 para que pudesse ter a performance do atual AS3, por isso foi preferível quase que criar a linguagem de novo à parcial alteração do AS2. A linguagem AS3 é literalmente tratada da AS2 pela runtime do flash player, pelo que logo aí se pode concluir que são mesmo direfentes nível de código e de performance também.

O grande ponto forte do AS3 é que este é essencialmente focado em Programação Orientada a Objetos, pelo que muitos programadores sentirão dificuldade em compreender bastantes aspectos desta linguagem. Claro que os programadores Java parte em vantagem para a aprendizagem, mas pra todos os outros fica uma dica. O AS3 não é nenhum bicho de 7 cabeças, e a sua vertente OOP torna as coisas muito simples, rápidas e organizadas. Para os programadores AS2 as coisas não serão muito fáceis, muito pelo fato de à primeira vista muitas coisas possam ser compreendidas e interpretadas como no AS2. Um dos grandes problemas que se apresentam ao programar em AS3 é a impossibilidade de programar usando AS3 e AS2 mutuamente, porque como foi dito acima ele foram tratados de forma diferente pelo Flash Player, logo se querem testar o AS3, terão obrigatoriamente saber alguns pontos da linguagem. A grande diferença AS3 é que exige obrigatoriamente a declaração de variáveis, argumentos, funções e seus valores devolvidos, mesmo que a função não devolva nada ou o argumento nulo.

Na versão anterior que é AS2 esta declaração era opcional. O action script 3 nasceu da necessidade de conseguir ter uma melhor performance nas aplicações e animações flash, atualmente sabe-se que teria necessariamente que ser implementadas alterações de raiz no action script 2 para que pudesse ter a performance do atual AS3, por isso foi preferível quase que criar a linguagem de novo à parcial alteração do AS2. A linguagem AS3 é literalmente tratada da AS2 pela runtime do flash player, pelo que logo aí se pode concluir que são mesmo direfentes nível de código e de performance também. O grande ponto forte do AS3 é que este é essencialmente focado em Programação Orientada a Objetos, pelo que muitos programadores sentirão dificuldade em compreender bastantes aspectos desta linguagem. Claro que os programadores Java parte em vantagem para a aprendizagem, mas pra todos os outros fica uma dica.

O AS3 não é nenhum bicho de 7 cabeças, e a sua vertente OOP torna as coisas muito simples, rápidas e organizadas. Para os programadores AS2 as coisas não serão muito fáceis, muito pelo fato de à primeira vista muitas coisas possam ser compreendidas e interpretadas como no AS2. Um dos grandes problemas que se apresentam ao programar em AS3 é a impossibilidade de programar usando AS3 e AS2 mutuamente, porque como foi dito acima ele foram tratados de forma diferente pelo Flash Player, logo se querem testar o AS3, terão obrigatoriamente saber alguns pontos da linguagem.

A grande diferença AS3 é que exige obrigatoriamente a declaração de variáveis, argumentos, funções e seus valores devolvidos, mesmo que a função não devolva nada ou o argumento nulo. Na versão anterior que é AS2 esta declaração era opcional.

1ª Parte

A Semântica, enquanto estudo da palavra, tem preocupação com o significado dos objetos (me refiro aqui a objeto como tudo que é perceptível aos sentidos). A ideia de uma Web Semântica surgiu em 2001 a partir de um artigo publicado por Tim Berners-Lee, James Hendler e Ora Lassila, e tem como objetivo estender a Web atual, através da atribuição de significado ao conteúdo dos documentos, de forma que eles possam ser compreensíveis não só por seres humanos, mas também por máquinas. Isso possibilitaria que informações úteis em diferentes sistemas fossem integradas para facilitar a vida das pessoas. Vamos imaginar que eu possuo uma agenda online, onde consta que tenho uma viagem marcada para Nova Yorque, assim como a data e o horário em que devo embarcar. Essas informações seriam muito claras para mim ou para qualquer outro ser humano, que poderia providenciar tudo que fosse necessário para a viagem. Agora vamos imaginar que essa agenda possui informações com significado não só para humanos, mas também para máquinas, de forma que esses dados pudessem ser integrados com outros sistemas pelo mundo, que também tivessem informações com significado para as máquinas. Com isso, meu sistema, ao identificar o compromisso na agenda, poderia automaticamente buscar e reservar para mim uma passagem aérea para o dia e horário em que fosse necessário, assim como reservar um quarto no hotel mais próximo ao meu local de destino, e quem sabe até me recomendar passeios, livrarias e restaurantes, de acordo com meus gostos pessoais descritos no perfil de uma rede social qualquer. Parece até coisa de filmes de ficção científica! Para que algo assim fosse possível, para que os sistemas tivessem esse nível de automatização e funcionassem como na história acima, teríamos que pensar na evolução dos documentos, antes de pensar na evolução das tecnologias. Teríamos que criar documentos em que as informações tivessem significado não só para humanos, mas também para máquinas. Isso seria a Web Semântica.

Entrevista com Daniel Malva, arquiteto de informação da Baião de Dois

Publicado por rogeriopa em 15/02/2009 12:55:33

daniel_malva

Daniel Malva, arquiteto de informação da Baião de Dois, empresa focada em projetos de comunicação interativa. Jornalista formado na Universidade de Brasília – UNB, concluiu o MBA Executivo da Escola Superior de Propaganda e Marketing-ESPM. Mestrado em Design de Interação (Telecom, Internet, Mídia TV), na Universidade de Westminster (Inglaterra/Londres).

Rogério Pereira – Arquiteto de Informação

A web2.0 veio para socializar a humanidade com as rede sociais como blogs, Orkut, Facebook, twitter entre outros. A web 1.0 veio com a função de “busca”, foi aprimorando as necessidades que a pessoas tinham de compartilhar algo, que surgiu alguma matéria, um comentário ou até mesmo reividicação. Web 2.0 podemos de chamar de internet participativa.

Mas ela veio extamente para lapidar este necessidade dos internautas, pois caminhamos para a revolução nos próximos anos,pois ao navegarmos estamos indo em busca de informação correta , parcerias, trabalhos entre outros; web3.0, web semântica.

A idéia da web semântica é que os próprios sistemas sejam capazes de interpretar essa informação, através de uma organização interna das informação na grande rede.  Uma das iniciativas que apontam para a Web 3.0 é o KnowItAll, financiado pelo Google e conduzido pela Universidade de Washington.

“A Web 3.0 fará buscas de uma forma mais humana e intuitiva”.

“Steve Ballmer abre a CES 2009″

08/01/2009 – Do Baboo

As previsões se concretizaram: o foco da palestra de Steve Ballmer na abertura da CES 2009 foi o Windows 7. Ballmer comentou do sucesso do Windows, e que a visão original da Microsoft era colocar um PC em cada casa. Ele disse que há muito trabalho a ser feito, pois hoje em dia existem “apenas” de um bilhão de usuários, mas 5 bilhões de pessoas ainda não tem computadores.

No final, uma pessoa do Microsoft Research apresentou um conceito de um caderno digital, que um dia poderá substituir os cadernos atuais. Ele permite o uso de textos, imagens, vídeos, animação e todo tipo de conteúdo, além de conectar um grupo de usuários e permitir que eles troquem informações. O caderno digital também permite a colaboração de conteúdo em outros idiomas, sendo que neste caso o conteúdo é automaticamente traduzido.

No final, ela demonstrou uma impressionante tela flexível colorida com menos de 1mm de espessura. A tela funciona como um monitor, mas ela é muito leve e pode ser enrolada, pois é totalmente flexível.

Confira mais no MSN – Tecnologia

MSN – TECNOLOGIA

Precisamos ver o design de forma mais humana, perceber, que além do projeto, é necessário gerar sensações agradáveis às pessoas, fazendo com que elas se sintam seguras e confortáveis.

Para o Designer é emocionante criar um padrão visual que consiga transmitir boas sensações. Mas o importante é determinar essa identidade visual em uma obra. Isso também serve para criação de sites. Definir uma identidade visual para um site é fundamental.

Todos os elementos devem se identificar com o conjunto gráfico do site. Quando a home e as páginas internas de um site possuem uma identidade entre si, gera conforto ao usuário por transmitir idéia de segurança. Pois, o usuário vai saber sempre onde está. Mas também é importante criar dentro desse padrão uma diferenciação entre páginas para que o internauta perceba que é assunto diferente ali abordado, para não cansar.

Precisamos atentar para três fatores marcantes numa identidade visual tanto gráfica ou web elementos chaves dentro de um desenvolvimento de um projeto web. Se o site tem uma cor forte, deve-se evitar utilizar esta com em todo o site, sendo ideal usar a cor somente na página inicial como detalhes; Utilizar no máximo três tipos de fonte por todo o site. Utilizando a seguinte seqüencia título, acompanhando a logo da empresa, textos e a outra se caso houver necessidade; Para a imagem é necessário criar um padrão como tipo de corte, tratamento gráfico e cores, assim formando uma família.

Identidade visual é fortalecida quando são utilizados corretamente os elementos, assim fica mais fácil para o usuário se identificar com o site, detalhes que fazem diferença e valorizam.

[]´s Elaine Flaviano